Lançamento oficial | Lisboa | 27 Fevereiro 2018

Categoria : Prata da Casa 7 Fevereiro, 2018

Prata da Casa

Prata da Casa, acervo de vídeos documentais para a dança contemporânea portuguesa.

Fundação Calouste Gulbenkian, auditório 3 do edifício central
27 de Fevereiro, das 17:30 às 20:30. Entrada livre.

Programa do evento
17:30 Abertura e apresentação do acervo Prata da Casa por Mário Afonso.
17:45 Conferência de Maria Filomena Molder, Transportar a voz, Memória – Registo – Percurso.
18:50 Conversa com alguns dos artistas retratados no acervo, moderada por Maria Filomena Molder.

Artistas convidados:

João Fiadeiro
Miguel Pereira
Vera Mantero

20:30 Encerramento.

Sobre o acervo

Prata da Casa é um acervo de vídeos documentais para a dança contemporânea portuguesa. Surge como um projecto de perfil experimental, independente e alternativo, concebido e realizado pelo bailarino e coreógrafo Mário Afonso com produção da Carta Branca.

Este acervo tem por objectivo a preservação, valorização e promoção do património da dança portuguesa, ao inscrever na sua história o contributo dos profissionais que têm vindo a investir no desenvolvimento desta expressão artística em Portugal.

Prata da Casa desenha um arco temporal entre gerações por via deste acervo disponibilizado online em www.pratadacasa.pt.

Partindo do Movimento da Nova Dança Portuguesa, surgido no início da década de 1990, são muitos os protagonistas que têm proporcionado as condições que nos permitem usufruir das características ímpares da dança como a conhecemos nos dias de hoje. Com o foco nesta história recente, cada vídeo do acervo Prata da Casa é um retrato de um dos protagonistas da dança contemporânea portuguesa – um discurso na primeira pessoa, um plano sequência, sem edição de imagem – pondo em perspectiva as particularidades dos percursos individuais, de modo a fixar na memória os gestos e o pensamento singular destes intervenientes. Pretende-se desta forma dar a conhecer junto de um público mais generalista os protagonistas da dança contemporânea portuguesa e também estimular o risco e a dúvida enquanto elementos centrais da prática e reflexão artísticas.